sábado, 19 de maio de 2012

Resumo do livro "Horace Splattly o Paladino dos Bolinhos"

O livro “Horace Splattly O Paladino dos Bolinhos” conta a história de um garoto de 10 anos que é quase o mais baixinho da Escola Elementar de Blootinville.
A história começa quando o garoto diz que viu um monstro no dia anterior, mas seus amigos gêmeos, Auggie e Xax não acreditam, pois sempre que o menino fala que aconteceu algo, eles acabam na diretoria.
Ele fala para a sua classe que viu um monstro, mas todos dão risada, achando que ele está mentindo.
No final da aula, Melodia, sua irmã, vai a seu caminho para possam ir embora.
Chegando em casa, a irmã faz bolinhos meio “diferentes”, mas pelo fato dela ser maior que ele mesmo mais nova, obriga-o a comer pelo menos um, ou metade de dois.
Horace diz que eles estão muito feios e que ele não vai servir de cobaia para mais uma de suas experiências. A garota, muito triste, começa a chorar e o irmão muda e opinião e aceita comer.
Ele escolhe um que parece ser feito de carvão e pega uma migalha. Não surgiu nenhum efeito. Sua irmã fala para ele dar uma mordida bem grande, comendo metade do bolinho. O garoto tem uma sensação muito estranha, começa a se queimar, por dentro fica muito quente. No entanto, ao colocar a mão no irmão, Melodia sente que ele está na temperatura normal. Como foi uma sensação nada boa, Horace não quer comer a outra metade do bolinho. Sua irmã insiste. Ele concorda, mas desta vez escolhe outro: um bolinho branco, com objetos pontudos. Ele perguntou se não iria machucar a sua boca, mas Melodia falou que não, afinal, ele era a única pessoa que poderia servir de cobaia para suas experiências.
Após morder o bolinho, Horace fica petrificado por três minutos. Depois de acabar o efeito, ele tosse... só que fogo! Ele pergunta se foi o bolinho quem causou este efeito apontando para ele e vai direto à mesa onde estavam os experimentos. A garota fala para ele apontar para outro lugar e assim ele faz. Aonde ele apontava, ele ia.
Melodia pede para seu irmão ir espiar o trabalho de história de Mel, uma vizinha que sempre ganha em tudo da irmã. Mas antes, ele é obrigado a vestir um uniforme lilás e uma máscara para ninguém descobrir sua identidade secreta.
Cansado de ser mandado por sua irmã, Horace vai à casa dos amigos Auggie e Xax e revela a identidade, mas fala que eles não podem contar para ninguém.
Ele se lembrou do monstro que ninguém havia acreditado que exista quando o menino falou. Essa era a chance de provar que ele estava certo. Emprestou a câmera de um dos gêmeos e prometeu devolver no dia seguinte.
Ele foi à escola e conseguiu tirar uma foto do monstro, que era igual ao porquinho da índia da escola, só que bem maior.
Acidentalmente, ele deixou a câmera cair e quando foi pegá-la, foi surpreendido pelo diretor Narina, que não o deixou escapar.
O diretor foi pego pelo monstro, mas segurou o pé de Horace e pediu ajuda.
Horace Splettly, o Paladino dos Bolinhos conseguiu salvá-lo e descobriu que o irmão do diretor Narina, o professor de ciências, foi quem armou tudo.
O menino resolveu guardar os outros bolinhos que sua irmã fez, pois o professor de ciências ainda poderia fazer muitas maldades e ele poderia precisar deles.

Giulia Walt

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Leitura é tudo de bom!

Sou professora de Língua Portuguesa, Produção de Texto e Música, e não é por acaso. Desde muito cedo minha paixão pelos livros era algo amplamente declarado. Livros que abordavam diversos assuntos, mas um apego maior à literatura brasileira já estava presente, talvez por ignorar os escritores mundiais que realmente valiam a pena.
Hoje leio indistintamente. Aprendi a amar as palavras, as histórias intrincadas, a poesia, o drama, o romance e a ficção.
Por perceber que a falta de leitura é um agente dificultador na realidade estudantil atual, gostaria de prestar uma pequena colaboração através deste blog, desmistificando a literatura ensinada na escola, que se prende à história e à cronologia, quando deveria incentivar o gosto pela leitura, ao invés de se mostrar algo entediante e monótono, como acontece nos dias de hoje.
Começarei por uma letra de música do compositor Chico César, que apesar de bem curta, abrange um tema sempre atual: a discriminação racial. Percebam que, com pouquíssimas palavras, o autor mostra uma realidade indiscutível, a de que o corpo é apenas um envoltório material e que a alma, o espírito, independe da carne e portanto, somos todos iguais.
Curtam esta poesia maravilhosa e deliciem-se com a voz sublime do cantor paraibano!


 Alma não tem cor
 Chico Cesar 

Porque eu sou branco?
Alma não tem cor
Porque eu sou negro?
Branquinho 
Neguinho
Branco negão
Percebam que a alma não tem cor
Ela é colorida
Ela é multicolor
Azul amarelo
Verde verdinho marrom


quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Bem vindos!

Olá! Sejam todos bem-vindos ao meu novo Blog: Sopa de Letrinhas! Espero que gostem tanto do conteúdo quanto do layout.


Luciana.

Coração Denunciador -Edgar Allan Poe

 É verdade! Tenho sido muito, muito, terrivelmente nervoso. E sou. Mas por que quer dizer que sou louco? A doença aguçou meus sentidos, n...