sábado, 28 de julho de 2012

Palíndromo?

É uma palavra ou um número que se lê da mesma maneira nos dois sentidos, normalmente, da esquerda para a direita e ao contrário.


Exemplos: Ovo, osso,  radar. 


O mesmo se aplica às frases: Socorram-me, subi no ônibus em Marrocos. Ou a mala na lama, por exemplo.


Fonte: "A revista do Sistema - Boletim Informativo".


Giulia Walt

sexta-feira, 27 de julho de 2012

O encafronhador de trombilácios

O encafronhador de trombilácios é uma obra deliciosa da escritora Rosana Rios. Dirigida a alunos do 6º ano/5ª série, conta a história de dois irmãos: Théo e Driel, filhos de um viúvo que enfrenta o desemprego há algum tempo.
Cansado de ver seu pai procurando emprego em vão, Théo fica curioso ao ver uma placa procurando por um "encafronhador de trombilácios". Sem saber o que era, pergunta à sua irmã, que também ignora o significado da expressão. Contam ao pai a respeito da oportunidade de trabalho e, no dia seguinte vão até a Alameda Reta falar com Seu Nerdínio, seu futuro empregador.
Enquanto o pai trata de negócios, as crianças ficam comendo na Padaria de Luce, que seria a nova paixão do viúvo.
O pai aceita trabalhar na "empreficina" e a família se muda para a Alameda Reta, onde passam a viver felizes com amigos como Sarah e Ronaldo, que estudam na mesma escola e moram na mesma alameda.
Passado um tempo, chegam no local uns homens mal encarados, vestidos de preto, que não falavam com ninguém, mas haviam comprado alguns imóveis de moradores da alameda, para construir um Centro Empresarial.
A tristeza foi se instalando no lugar que antes era só alegria.
As crianças, desesperadas, buscam encontrar maneiras de sabotar os homens de preto, até que um dia, Driel tem uma explosão de fúria e percebe que somente através das palavras, ou melhor, das "lavrapalavras" é que podem transformar aquela situação.
A história, além de apresentar um enredo muito interessante, ainda estimula o uso do dicionário e a elaboração de jogos de "lavrapalavrar", criar novas palavras a partir da aglutinação de um ou mais vocábulos existentes.
Gostei muito do livro e gostei mais ainda da empolgação de meus alunos com leitura de uma história que os deixou encantados.

sábado, 19 de maio de 2012

Resumo do livro "Horace Splattly o Paladino dos Bolinhos"

O livro “Horace Splattly O Paladino dos Bolinhos” conta a história de um garoto de 10 anos que é quase o mais baixinho da Escola Elementar de Blootinville.
A história começa quando o garoto diz que viu um monstro no dia anterior, mas seus amigos gêmeos, Auggie e Xax não acreditam, pois sempre que o menino fala que aconteceu algo, eles acabam na diretoria.
Ele fala para a sua classe que viu um monstro, mas todos dão risada, achando que ele está mentindo.
No final da aula, Melodia, sua irmã, vai a seu caminho para possam ir embora.
Chegando em casa, a irmã faz bolinhos meio “diferentes”, mas pelo fato dela ser maior que ele mesmo mais nova, obriga-o a comer pelo menos um, ou metade de dois.
Horace diz que eles estão muito feios e que ele não vai servir de cobaia para mais uma de suas experiências. A garota, muito triste, começa a chorar e o irmão muda e opinião e aceita comer.
Ele escolhe um que parece ser feito de carvão e pega uma migalha. Não surgiu nenhum efeito. Sua irmã fala para ele dar uma mordida bem grande, comendo metade do bolinho. O garoto tem uma sensação muito estranha, começa a se queimar, por dentro fica muito quente. No entanto, ao colocar a mão no irmão, Melodia sente que ele está na temperatura normal. Como foi uma sensação nada boa, Horace não quer comer a outra metade do bolinho. Sua irmã insiste. Ele concorda, mas desta vez escolhe outro: um bolinho branco, com objetos pontudos. Ele perguntou se não iria machucar a sua boca, mas Melodia falou que não, afinal, ele era a única pessoa que poderia servir de cobaia para suas experiências.
Após morder o bolinho, Horace fica petrificado por três minutos. Depois de acabar o efeito, ele tosse... só que fogo! Ele pergunta se foi o bolinho quem causou este efeito apontando para ele e vai direto à mesa onde estavam os experimentos. A garota fala para ele apontar para outro lugar e assim ele faz. Aonde ele apontava, ele ia.
Melodia pede para seu irmão ir espiar o trabalho de história de Mel, uma vizinha que sempre ganha em tudo da irmã. Mas antes, ele é obrigado a vestir um uniforme lilás e uma máscara para ninguém descobrir sua identidade secreta.
Cansado de ser mandado por sua irmã, Horace vai à casa dos amigos Auggie e Xax e revela a identidade, mas fala que eles não podem contar para ninguém.
Ele se lembrou do monstro que ninguém havia acreditado que exista quando o menino falou. Essa era a chance de provar que ele estava certo. Emprestou a câmera de um dos gêmeos e prometeu devolver no dia seguinte.
Ele foi à escola e conseguiu tirar uma foto do monstro, que era igual ao porquinho da índia da escola, só que bem maior.
Acidentalmente, ele deixou a câmera cair e quando foi pegá-la, foi surpreendido pelo diretor Narina, que não o deixou escapar.
O diretor foi pego pelo monstro, mas segurou o pé de Horace e pediu ajuda.
Horace Splettly, o Paladino dos Bolinhos conseguiu salvá-lo e descobriu que o irmão do diretor Narina, o professor de ciências, foi quem armou tudo.
O menino resolveu guardar os outros bolinhos que sua irmã fez, pois o professor de ciências ainda poderia fazer muitas maldades e ele poderia precisar deles.

Giulia Walt

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Leitura é tudo de bom!

Sou professora de Língua Portuguesa, Produção de Texto e Música, e não é por acaso. Desde muito cedo minha paixão pelos livros era algo amplamente declarado. Livros que abordavam diversos assuntos, mas um apego maior à literatura brasileira já estava presente, talvez por ignorar os escritores mundiais que realmente valiam a pena.
Hoje leio indistintamente. Aprendi a amar as palavras, as histórias intrincadas, a poesia, o drama, o romance e a ficção.
Por perceber que a falta de leitura é um agente dificultador na realidade estudantil atual, gostaria de prestar uma pequena colaboração através deste blog, desmistificando a literatura ensinada na escola, que se prende à história e à cronologia, quando deveria incentivar o gosto pela leitura, ao invés de se mostrar algo entediante e monótono, como acontece nos dias de hoje.
Começarei por uma letra de música do compositor Chico César, que apesar de bem curta, abrange um tema sempre atual: a discriminação racial. Percebam que, com pouquíssimas palavras, o autor mostra uma realidade indiscutível, a de que o corpo é apenas um envoltório material e que a alma, o espírito, independe da carne e portanto, somos todos iguais.
Curtam esta poesia maravilhosa e deliciem-se com a voz sublime do cantor paraibano!


 Alma não tem cor
 Chico Cesar 

Porque eu sou branco?
Alma não tem cor
Porque eu sou negro?
Branquinho 
Neguinho
Branco negão
Percebam que a alma não tem cor
Ela é colorida
Ela é multicolor
Azul amarelo
Verde verdinho marrom


quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Bem vindos!

Olá! Sejam todos bem-vindos ao meu novo Blog: Sopa de Letrinhas! Espero que gostem tanto do conteúdo quanto do layout.


Luciana.

Coração Denunciador -Edgar Allan Poe

 É verdade! Tenho sido muito, muito, terrivelmente nervoso. E sou. Mas por que quer dizer que sou louco? A doença aguçou meus sentidos, n...